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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

EXERCÍCIOS PARA PORTADORES DE "EM"

O conhecimento científico sobre a prática de exercícios físicos por pessoas com EM avançou significativamente nas últimas duas décadas. Nesse período, pesquisadores passaram a considerar a participação de pessoas com EM em programas que envolvessem exercícios em meio aquático, com ciclo ergômetros e com exercícios resistidos.

Considerando as capacidades, limitações e objetivos pessoais de cada indivíduo pode-se estabelecer o programa mais adequado de exercícios físicos. De maneira geral recomenda-se exercícios de volume e intensidade moderada, com sessões em dias intercalados que permitam sua adequada recuperação.

Exercícios aquáticos
Exercícios aquáticos são apropriados para pessoas com EM. A flutuabilidade e viscosidade, características do meio aquático, reduzem o impacto da gravidade e conferem maior equilíbrio e amplitude de movimento de músculos muito fracos para desempenhar a mesma tarefa em terra. Temperaturas entre 27 e 29° C parecem ser ideais, principalmente para pessoas com sensibilidade ao calor, embora, para algumas pessoas, seja tolerável temperatura até 34°C (PETERSON, 2001). Apesar do efeito desejado de dissipação do calor em meio aquático, temperaturas abaixo de 27° não são recomendadas devido ao risco de aumento da espasticidade (WHITE e DRESSENDORFER, 2004).

O desenvolvimento das capacidades de força e resistência muscular localizada podem ser alcançados em meio aquático pela participação em aulas conhecidas como hidroginástica ou hidroterapia. Esse tipo de atividade é freqüentemente ofertado por academias de ginástica e natação, consistindo na aplicação de exercícios específicos. O incremento da intensidade do esforço pode ser alcançado com a utilização de aparelhos específicos como caneleiras, coletes e halteres. Já para a melhora do condicionamento aeróbio podem ser administradas sessões de natação, na medida em que essas não signifiquem esforços muito intensos que elevem significativamente a fadiga.

Exercícios aeróbios

Os programas para desenvolvimento da capacidade aeróbia de pessoas com EM, claramente incorporam as orientações do ACSM (POLLOCK et al, 1998). Nos estudos realizados, basicamente encontra-se a seguinte estrutura:

Freqüência de treinamento: ao menos 3 dias por semana.

Intensidade de treinamento: 65 – 70% da freqüência cardíaca máxima, ou 55-60% do VO2max.
Duração do treinamento: 30 minutos de atividade aeróbica contínua ou intervalada.
Modalidade de treinamento: ciclo ergômetro horizontal ou vertical de pernas e braços.
Atividades de aquecimento são consideradas importantes, dada a coerência em sua adoção por preparar fisiologicamente o organismo para a tarefa principal. Apontamos como principais as rotinas de alongamento, atividades lúdicas ou mesmo a realização do exercício principal do programa em menor intensidade. Medidas de freqüência cardíaca podem ser úteis para o acompanhamento da intensidade do esforço.

Para algumas pessoas com mínimo ou nenhum déficit motor pode-se incluir sessões de caminhada ou até mesmo de corrida. Como déficits de equilíbrio e coordenação motora são comuns nessa doença, a definição do método a ser adotado deve levar em consideração as possibilidades e interesses de cada participante.

Exercícios de fortalecimento muscular

Conforme fora proposto por Petajan e White (1999), a aplicação de exercícios para desenvolvimento da força muscular deverá seguir uma lógica crescente de funcionalidade onde, para aqueles com maior déficit motor sugere-se a aplicação de movimentos passivos, como lentos alongamentos para os principais grupos musculares. Para indivíduos com maior nível de força são indicados alongamentos ativos e exercícios resistidos, com ou sem a ação da gravidade e com número de repetições próximo ao nível da fadiga. Os autores sugerem atividades como Yoga e Tai Chi. Indivíduos com pouco ou nenhum déficit motor poderão seguir programas similares aos propostos para pessoas saudáveis:
Freqüência de treinamento: 2 – 3 sessões semanais.
Volume de treinamento:
8 – 10 exercícios resistidos dinâmicos (isotônicos) que envolvam grandes grupos musculares.
1 – 2 séries.
8 – 12 repetições máximas (repetição máxima é o número máximo de vezes que uma carga pode ser levantada antes da fadiga concêntrica e com execução correta da técnica do exercício)
Modalidade de treinamento: pesquisadores têm utilizado diferentes e eficazes modos de treinamento de força para pessoas com EM – máquinas e pesos livres (KASSER e MCCUBIN, 1996; WHITE et al, 2004), peso corporal contra a ação da gravidade aliado ao uso de coletes com pesos (DEBOLT e MCCUBBIN, 2004) e faixas elásticas com diferentes graduações (Theraband) (ROMBERG et al, 2004).
Considerando as possibilidades de cada aluno, a progressão de um treinamento para desenvolvimento de força em pessoas com EM pode sofrer grande variação no seu planejamento e progressão. Pessoas com pouco ou nenhum déficit muscular podem necessitar de modelos de periodização que alterem a intensidade e volume de treino ao longo do tempo para otimizar os ganhos de força. Em outros casos, a instalação precoce da fadiga poderá implicar na realização de um volume reduzido de exercícios, porém, configurando-se ainda como um estímulo suficiente para a manutenção ou mesmo o desenvolvimento da força.

Como em alguns casos há redução na velocidade de resíntese de fosfocreatina de pessoas com EM (KENT-BRAUN et al, 1994a), deve ser permitido um maior tempo de recuperação entre séries e entre exercícios que envolvam grupos musculares similares. Nesse sentido, o contato entre o profissional responsável pela orientação do programa de exercícios e o aluno será importante para a determinação do esforço e do tempo adequado de recuperação.

Exercícios de flexibilidade

As orientações básicas do ACSM são de que exercícios de flexibilidade sejam incorporados à rotina de exercícios e permitam o desenvolvimento ou manutenção da amplitude de movimento articular. Os exercícios deverão incluir os principais grupos musculares, com freqüência de 2 a 3 vezes por semana (POLLOCK et al, 1998). Para pessoas com espasticidade é recomendado o alongamento antes e após a sessão de exercícios. O alongamento deve ser realizado de maneira lenta e confortável, objetivando a redução do tônus muscular. Cada posição deve ser mantida por 20-60 segundos para máximo benefício (WHITE e DRESSENDORFER, 2004).

Lian Gong e Yoga

Uma outra possibilidade de exercícios físicos para pessoas com EM são as atividades conhecidas como orientais ou alternativas. Dentre as estudadas para pessoas com essa doença, destacam-se o Lian Gong e Yoga. Tais práticas são caracterizadas por lenta movimentação e manutenção de posturas pré-estabelecidas. Elas podem ser adaptadas conforme a necessidade de cada aluno, através do apoio em cadeira, parede ou mesmo pela realização das tarefas no solo. Dentre os benefícios, destacam-se a sensação de relaxamento, descoberta de novas sensações corporais, (USHIROBIRA, SIVIERO e TAVARES, 2005) e redução da fadiga (OKEN et al, 2005).
Orientações para a prática de exercícios físicos por pessoas com esclerose múltipla
Baseados em informações contidas nos diversos estudos divulgados na literatura científica e em nossa experiência com a orientação de exercícios físicos para pessoas com EM, exporemos, a seguir, alguns pontos que consideramos relevantes para uma orientação, segura e eficaz, de exercícios físicos para pessoas com EM:

Estabelecer contato com o médico do aluno a fim de obter informações relevantes para a elaboração do programa de exercícios físicos.
Cuidados para controle da fadiga.
Elaborar o programa contemplando a alternância de períodos de esforço e descanso.
Preferir o horário do dia em que o aluno menos sinta os efeitos da fadiga.
Cuidados para evitar o aumento da temperatura corporal.
Algumas estratégias têm sido sugeridas, incluindo o uso de salas climatizadas ou bem ventiladas, a adoção de práticas no período da manhã, hidratação adequada (MULCARE et al 2001) e imersão do corpo em água fria até a cintura, exceto em situação onde possa ocorrer exacerbação da espasticidade (WHITE, WILSON e PETAJAN, 1997).

Cuidados com a espasticidade.

Evitar temperatura em meio aquático, inferior a 27º.
Evitar exercícios com alta velocidade de contração.
Estabelecer o programa de exercícios físicos conforme as preferências do aluno e de acordo com suas capacidades. Em alguns casos, o aluno pode não ser capaz de atingir e manter uma intensidade de esforço suficiente para promover alterações no sistema aeróbio. Nesses casos, a opção por exercícios de fortalecimento muscular pode ser a melhor alternativa.
Facilitar o acesso a sanitários. Pessoas com EM freqüentemente apresentam urgência urinária.
Manter diálogo constante com o aluno. Esse hábito possibilitará ao profissional o reconhecimento do impacto diário da fadiga e, assim, facilitará o dimensionamento da carga e volume de cada sessão de treino.
Embora a prática de atividades em ambiente aquático seja indicada, faz-se necessário evitar temperaturas inferiores a 27°, devido ao risco de exacerbação da espasticidade, e superiores a 29°, pois algumas pessoas apresentam sensibilidade ao calor, podendo ter aumento da fadiga e presença de distúrbios oftalmológicos.

Evitar a prática de exercícios físicos em períodos de surto da doença. Após a recuperação do aluno a atividade poderá ser reiniciada e um novo programa deverá ser estabelecido.

O resultado de estudos publicados nos últimos anos tem apontado o aspecto salutar da adoção de um estilo de vida ativo por pessoas com EM. Desse modo, esperamos que a mudança do antigo paradigma de conservação de energia facilite às pessoas com EM a exploração e reconhecimento de suas capacidades e potencialidades, possibilitando a melhora de aspectos de sua qualidade de vida e em seu desenvolvimento pessoal. Finalmente, entendemos como fundamental que o profissional de educação física esteja preparado para o desafio de conduzir propostas de exercício físico para essa população, estando alicerçado pelo conhecimento mais recente de sua área e atento aos novos avanços. (…)


* Mestrando – Atividade Física, Adaptação e Saúde (FEF/UNICAMP).

** Médica Fisiatra, Livre-Docente, Professora do Departamento de Estudos da

Atividade Física Adaptada (FEF/UNICAMP).
Fonte: http://www.efdeportes.com/ Revista Digital – Buenos Aires – Año 11 – N° 99 – Agosto de 2006

Distimia


Características / Diagnóstico


Os traços essenciais da distimia são o estado depressivo leve e prolongado, além de outros sintomas comumente presentes. Pelo critério norte americano são necessários dois anos de período contínuo predominantemente depressivo para os adultos e um ano para as crianças sendo que para elas o humor pode ser irritável ao invés de depressivo. Para o diagnóstico da distimia é necessário antes excluir fases de exaltação do humor como a mania ou a hipomania, assim como a depressão maior. Causas externas também anulam o diagnóstico como as depressões causadas por substâncias exógenas. Durante essa fase de dois anos o paciente não deverá ter passado por um período superior a dois meses sem os sintomas depressivos. Para preencher o diagnóstico de depressão os pacientes além do sentimento de tristeza prolongado precisam apresentar dois dos seguintes sintomas:

Falta de apetite ou apetite em excesso
Insônia ou hipersonia
Falta de energia ou fadiga
Baixa da auto-estima
Dificuldade de concentrar-se ou tomar decisões
Sentimento de falta de esperança

Características associadas

Estudos mostram que o sentimento de inadequação e desconforto é muito comum, a generalizada perda de prazer ou interesse também, e o isolamento social manifestado por querer ficar só em casa, sem receber visitas ou atender ao telefone nas fases piores são constantes. Esses pacientes reconhecem sua inconveniência quanto à rejeição social, mas não conseguem controlar. Geralmente os parentes exigem dos pacientes uma mudança positiva, mas isso não é possível para quem está deprimido, não pelas próprias forças. A irritabilidade com tudo e impaciência são sintomas freqüentes e incomodam ao próprio paciente. A capacidade produtiva fica prejudicada bem como a agilidade mental. Assim como na depressão, na distimia também há alteração do apetite, do sono e menos freqüentemente da psicomotricidade.

O fato de uma pessoa ter distimia não impede que ela desenvolva depressão: nesses casos denominamos a ocorrência de depressão dupla e quando acontece o paciente procura muitas vezes pela primeira vez o psiquiatra. Como a distimia não é suficiente para impedir o rendimento, apenas prejudicando-o, as pessoas não costumam ir ao médico, mas quando não conseguem fazer mais nada direito, vão ao médico e descobrem que têm distimia também.

Os pacientes que sofreram de distimia desde a infância ou adolescência tendem a acreditar que esse estado de humor é natural deles, faz parte do seu jeito de ser e por isso não procuram um médico, afinal, conseguem viver quase normalmente.

Idade

O início da distimia pode ocorrer na infância caracterizando-a por uma fase anormal. O próprio paciente descreve-se como uma criança diferente, brigona, mal humorada e sempre rejeitada pelos coleginhas. Nessa fase a incidência se dá igualmente em ambos os sexos. A distimia é sub-dividida em precoce e tardia, precoce quando iniciada antes dos 21 anos de idade e partia após isso. Os estudos até o momento mostram que o tipo precoce é mais freqüente que o tardio. Por outro lado estudos com pessoas acima de 60 anos de idade mostram que a prevalência da distimia nessa faixa etária é alta, sendo maior nas mulheres. Os homens apresentam uma freqüência de 17,2% de distimia enquanto as mulheres apresentam uma prevalência de 22,9%. Outro estudo também com pessoas acima de 60 anos de idade mostrou que a idade média de início da distimia foi de 55,4 anos de idade e o tempo médio de duração da distimia de 12,5 anos.

A comparação da distimia em pessoas com mais de 60 anos e entre 18 e 59 anos revelou poucas diferenças, os sintomas mais comuns são basicamente os mesmos. Os mais velhos apresentaram mais queixas físicas enquanto os mais novos mais queixas mentais.

Curso

A distimia começa sempre de forma muito gradual, nem um psiquiatra poderá ter certeza se um paciente está ou não adquirindo distimia. O diagnóstico preciso só pode ser feito depois que o problema está instalado. O próprio paciente tem dificuldade para determinar quando seu problema começou, a imprecisão gira em torno de meses a anos. Como na maioria das vezes a distimia começa no início da idade adulta a maioria dos pacientes tende a julgar que seu problema é constitucional, ou seja, faz parte do seu ser e não que possa ser um transtorno mental, tratável. Os estudos e os livros não falam a respeito de remissão espontânea. Isso tanto é devido a poucas pesquisas na área, como a provável não remissão. Por enquanto as informações nos levam a crer que a distimia tenda a permanecer indefinidamente nos pacientes quando não tratada.

Tratamento

Os tratamentos com antidepressivos tricíclicos nunca se mostraram satisfatórios, as novas gerações, no entanto, vem apresentando melhores resultados no uso prolongado. Os relatos mais freqüentes são de sucesso no uso da fluoxetina, sertralina, paroxetina e mirtazapina.

Última Atualização: 15-10-2004

Ref. Bibliograf: Liv 01 Liv 03 Liv 17 Liv 13 Psychiatry Research 2001; 103:219-228

Clinical Features of Dysthymia and Age

Silvio Bellino



Vida uma iniciativa maravilhosa !
um blog que fala sobre coisas importantes e que
realmente tem valor !

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Entrevista - Diretor Virgínio Liberti - Atores - Pirandello - Italia - Torino - janeiro/2011
Lo spettacolo è interpretato da Michele Di Mauro, Riccardo Lombardo, Gisella Bein, Tatiana Lepore, Rossana Gay, Simona Nasi, Francesca Rota, Mariano Pirrello, Massimiliano Poli, Lino Musella, Antonio Alveario, Pasquale Buonarota.



Régia: Virginio Liberti

Martedì 18 gennaio 2011, alle ore 20.45, alla Cavallerizza Reale – Maneggio (Via Verdi 9, Torino) il Teatro Stabile di Torino presenta in prima nazionale QUESTA SERA SI RECITA A SOGGETTO di Luigi Pirandello, con la regia di Virginio Liberti, le scene e i costumi di Rita Bucchi e le luci di Marco Burgher. Lo spettacolo è interpretato da Michele Di Mauro, Riccardo Lombardo, Gisella Bein, Tatiana Lepore, Rossana Gay, Simona Nasi, Francesca Rota, Mariano Pirrello, Massimiliano Poli, Lino Musella, Antonio Alveario, Pasquale Buonarota.
Questa sera si recita a soggetto sarà replicato alla Cavallerizza Reale, per la Stagione in Abbonamento del Teatro Stabile di Torino, fino al 6 febbraio 2011. Poi andrà in scena al Teatro Mercadante di Napoli, dal 6 al 17 aprile 2011.

Virginio Liberti metterà in scena per lo Stabile di Torino Questa sera si recita a soggetto, il testo che conclude la trilogia del teatro nel teatro di Luigi Pirandello (Sei personaggi in cerca d’autore, Ciascuno a suo modo, Questa sera si recita a soggetto), allestito in prima italiana al Teatro Carignano di Torino il 14 aprile 1930.

Lo spettacolo di Liberti si inserisce nel Laboratorio Italia, la stagione teatrale dello Stabile torinese dedicata da Mario Martone al 150° Anniversario dell’Unità d’Italia: «Virginio Liberti – dichiara Martone – indagherà nuove possibilità di interpretazione di quel gioco di scatole cinesi che è Questa sera si recita a soggetto, leggendolo in rapporto a una tradizione tanto celebrata musicalmente quanto misconosciuta teatralmente, quella del melodramma».

Per il regista, allestire Questa sera si recita a soggetto significa riscoprire questi tre testi, e quest’ultimo in particolare, che furono occasione eccezionale di riflessione sul teatro di quel tempo e gettarono le basi per un progetto di teatro futuro. Il discorso pirandelliano sulla natura del teatro, sulle sue contraddizioni e sulla capacità di esprimere emozioni primarie, si intreccia con la pratica del teatro musicale, con l’irruzione sulla scena di uno spettacolo di prosa, di brani del Trovatore cantati dalle attrici. Non importa capire se Verdi viene citato perché anch’egli autore di una trilogia musicale che comprende proprio Il Trovatore, ma sicuramente nel musicista, Pirandello riconosce una capacità di innovazione non offuscata dalla grande popolarità. Ma come sempre con Pirandello c’è bisogno di un paziente e rigoroso lavoro di archeologia per togliere le stratificazioni del tempo e riportare la commedia alla sua autentica potenza. Battute come «L’arte è sul palcoscenico, la vita in platea» sono acquisite, così come la presenza di attori in sala, basti pensare alla risorsa che questa pratica rappresentò per il teatro degli anni ’60 e ’70. Questa sera si recita a soggetto viene messo in scena a ottant’anni dal debutto, un ritorno alle origini del teatro ma anche a quel di più di verità che gli appartiene: «personaggi e attori, autore e direttore-capocomico o regista, critici drammatici e spettatori alieni o interessati».

INFO BIGLIETTERIA:
Biglietti: intero € 22,00
Recite: martedì, mercoledì, venerdì e sabato, ore 20.45; giovedì ore 19.30; domenica ore 15.30; lunedì, riposo.
Biglietteria Teatro Regio – Teatro Stabile Piazza Castello, 215 Torino – telefono 011 8815241/242
(orario dal martedì al venerdì 10.30/18.00 – sabato 10.30/16.00)
Nei giorni di recita è possibile acquistare i biglietti alla cassa del teatro un’ora prima dell’inizio dello spettacolo. Vendita on-line: www.teatrostabiletorino.it – info@teatrostabiletorino.it
INFO STAMPA:
Fondazione del Teatro Stabile di Torino, Settore Stampa e Comunicazione
Carla Galliano (Responsabile), Simona Carrera, Davide Tosolini
Via Rossini 12 – Torino (Italia). Telefono + 39 011 5169414 – 5169435 – 5169498
E-mail: galliano@teatrostabiletorino.it – carrera@teatrostabiletorino.it – tosolini@teatrostabiletorino.it

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O CORPO PODERÁ RECUPERAR OS SEUS PRÓPRIOS TECIDOS


Na última semana de Setembro, na Cimeirae Mundial de Células Mãe, em Baltimore, a doutora Jennifer Elisseeff, da Universidade de John Hopkins, descreveu um método para reparar os tecidos ...dos doentes que se tem mostrado cada vez mais exitoso. Trata-se de usar uma malha de um polímero biodegradável impregnado de nutrientes, que actua como um chamariz para atrair as células mãe que o próprio organismo gera. Estas agrupam-se na área danificada e reconstroiem o tecido.
Quer dizer, se faltar cartilagem numa articulação afectada por uma artrose, as células mãe acumular-se-ão lá e produzirão nova cartilagem. Num osso fracturado, as células mãe repará-lo-ão de forma acelerada. Num enfarte do miocárdio, recupera-se o tecido morto e o coração manter-se-á saudável por muito tempo. O êxito destas provas levaram o Departamento de Defesa dos USA a financiar por mais cinco anos esta investigação.
É assim que se geram



Células Mãe,

ou Células Stem,

ou Células Estaminais

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

PALCO DA VIDA

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,

mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
E você pode evitar que ela vá à falência.
Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade,
caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas,
segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber
uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples,
que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei".
É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer "eu te amo". É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...
E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que
ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.

Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.
"Pedras no caminho? Guardo todas... Um dia vou construir um castelo!"
Fernando Pessoa

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Vamos tentar exercitar o ‘viver no Agora’?

Vamos encontrar a beleza de estarmos conscientes de nossa luz e do nosso Ser?

Sei que todos têm suas vidas e seus desafios para enfrentar e que parar de projetar o futuro ou reviver o passado parece algo muito desgastante, árduo. Digo-lhe que será apenas necessária a sua atenção, a sua vigilância. Você perceberá, muitas vezes, que não está vivendo o presente, porém, saber que isto está acontecendo “já é um grande sucesso. O simples saber já é presença.”

Ok. Percebi que minha mente está lá longe: pensando em um compromisso, no jantar do fim de semana anterior, nos relatórios que precisam ser entregues, fantasiando situações. O que eu faço para voltar a minha consciência para este momento? Para o Agora?

Vejamos as palavras de Eckhart Tolle:
“Utilize os seus sentidos plenamente. Esteja onde você está. Olhe em volta. Apenas olhe, não interprete. Veja as luzes, as formas, as cores, as texturas. Esteja consciente da presença silenciosa de cada objeto. Esteja consciente do espaço que permite cada coisa existir. Ouça os sons, não os julgue. Ouça o silêncio por trás dos sons. Toque alguma coisa, qualquer coisa. Sinta e reconheça o Ser dentro dela. Observe o ritmo da sua respiração. Sinta o ar fluindo para dentro e para fora. Sinta a energia vital dentro do seu corpo. Permita que as coisas aconteçam, no interior e no exterior. Deixe que todas as coisas ‘sejam’. Movam-se profundamente para dentro do Agora.

Você está deixando para trás o agonizante mundo da abstração mental e do tempo. Está se libertando da mente doentia que suga sua energia vital, do mesmo modo que, lentamente, ela está envenenando e destruindo a Terra. Você está acordando do sonho do tempo e entrando no presente.”

Percebam como todos os nossos sentidos se integram para reconhecer o prazer de Ser. Como, ao sugerir que não interpretemos ou julguemos o mundo a nossa volta, nos é sugerido que nos afastemos, temporariamente, da nossa mente e suas infindáveis interpretações. E, mais que fazer bem a si próprio e caminhar para a evolução espiritual, ao vivenciar a alegria no Agora, você estará contribuindo com sua vibração de amor e plenitude para a evolução do planeta.

Tentem fazer esse exercício ao longo do dia. Depois, se quiserem, adoraria saber o que acharam.
Amor, luz e consciência. Sempre.
Cíntia Michepud